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Em Foco

20 Abril 2018 15:15:00

Jocimar Borba

Pinho Moreira atacou com tudo

Na quarta-feira o Governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) convocou uma coletiva de imprensa para soltar aos sete ventos que ele sim esta fazendo gestão no governo catarinense, diferente de seu antecessor Raimundo Colombo (PSD). Resumo da história o Governador Moreira anunciou o corte de mais de 200 cargos comissionados e de função gratificada, também congelou os salários do funcionalismo, não havendo assim reposição salarial para as categorias, segundo o próprio estas medidas são necessárias devido a preocupação do Governo em não conseguir manter em dia a folha salarial do Estado.


Engraçado

O engraçado de tudo isto é que o atual Governador se esquiva da culpa da atual situação financeira do Estado parece que o MDB nem fazia parte do Governo Colombo nos últimos sete anos, acredito que ele também se esqueceu que o MDB foi o criador da maior sangria do Estado as SDR´s, onde somente servem de apoio eleitoral.

PSD larga contraponto no mesmo dia

 A folha do Governo do Estado de SC apresentou crescimento a partir de 2011, principalmente em razão dos reajustes definidos pelo Ministério da Educação para o piso do Magistério. O percentual era estabelecido em Brasília. Outro detalhe. O STF determinou que o Estado de SC criasse a Defensoria Pública, obrigando a abertura de concurso para defensores e administrativos, o que impactou na folha.

Investimos na segurança dos catarinenses fazendo a reposição dos efetivos na Segurança. Somente em 2017 contratamos 1,3 mil policiais civis e militares. Nos últimos anos, o Estado congelou reajustes para o funcionalismo em razão da crise econômica, mas a folha de pagamento cresce vegetativamente em média de 4% a 5% ao ano por causa de vantagens que os servidores têm direito. Na realidade o que pressionou o limite prudencial foi a receita do Estado que encolheu o que tornou muito difícil acompanhar o crescimento da folha de pagamento. O limite leva em conta duas variáveis, folha e receita, uma (a folha) cresceu no seu ritmo normal, enquanto a outra (a receita) encolheu em razão da crise, isto que tem que ficar claro.

Em 2015, foi criada a Fundação de Previdência Complementar do Estado de Santa Catarina (SCPrev), entidade que administra o regime de previdência complementar fechado para os servidores públicos efetivos estaduais e militares. O regime de previdência complementar é a resposta à crescente insuficiência financeira do sistema previdenciário, que atingiu a cifra de R$ 3,8 bi em 2017. Para manter o equilíbrio financeiro do Estado, foram extinguidas três empresas do Governo: a Companhia de Desenvolvimento de Santa Catarina (Codesc), a Companhia de Habitação (Cohab) e a Corretora de Seguros e Administradora de Bens Móveis e Imóveis (Bescor), medida que encontrou resistências dentro do próprio governo. O fechamento dessas empresas representou uma economia mensal de R$ 10 milhões aos cofres públicos.

Nos mais de sete anos de governo, Raimundo Colombo trabalhou obstinadamente para manter todas as obrigações do Estado em dia, controlando as despesas, realizando investimentos e garantindo que os serviços públicos não fossem afetados pela crise.


Tucano lançado

Ontem quinta-feira (19) o PSDB catarinense lançou oficialmente o nome do Senador Paulo Bauer como pré-candidato ao Governo do Estado, os tucanos eram um dos únicos partidos que ainda não haviam cravado o nome de um candidato. MDB com Eduardo Moreira e Mauro Mariani, PSD com Gelson Merisio e o PP com Esperidião Amin. Já o PT tem como alternativas o deputado federal Décio Lima e o desembargador aposentado Lédio Rosa de Andrade.


PSD nacional vai apoiar Geraldo Alckmin

O presidente licenciado do PSD, Gilberto Kassab, defendeu na madrugada desta quinta-feira (18), que os partidos de centro deveriam estar unificados em torno da pré-candidatura do PSDB à Presidência, encabeçada por Geraldo Alckmin. Ainda que não tenha anunciado oficialmente apoio do seu partido aos tucanos, a tendência é que as duas legendas estejam juntas na campanha presidencial. A aliança envolveu coligação em São Paulo, onde o PSD indicará o vice do ex-prefeito João Doria, candidato do PSDB ao Palácio dos Bandeirantes. Sendo assim a insinuações que Santa Catarina possa entrar nas negociações, com o PSDB abrindo mão para o PSD, formando assim um frentão muito consistente, com PSD - Progressistas - PSB - PSDB e ainda PDT entre outros partidos menores. Nestas eleições tudo poderá ocorrer ainda, nada mais me surpreende.








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