Líder de acessibilidade da Microsoft fala sobre inclusão na Horus Faculdades

Horus Faculdade
Foto: Divulgação

O curso de sistemas de informação da Horus Faculdades, de Pinhalzinho, além de oferecer o conhecimento em programação e hardware, proporciona para o acadêmico a ambientação com o mercado e as novas tecnologias que estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia.

Essa transcendência se dá pelo projeto desenvolvido na Horus Faculdades denominado Ecossistemas de Inovação, que consiste em instigar os alunos a desenvolverem soluções tecnológicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Essas soluções são orientadas em forma de startup, estimulando a transformar esses alunos em futuros empreendedores.

A Horus, sempre preocupada em formar profissionais que atuem de forma ética e contribuam para a sociedade, trouxe, através deste projeto, uma visão diferenciada quanto a inclusão. Dentro do cronograma, no dia 27 de março foi realizado um bate papo de forma remota com Ricardo Wagner, brasileiro e líder de acessibilidade da Microsoft, direto do Canadá.

Durante a conversa, ele destacou que a acessibilidade é tão importante na área tecnológica quanto em qualquer outro setor e que é preciso pensar em soluções cada vez mais inclusivas. "A deficiência não está com a pessoa, a deficiência não é uma coisa da pessoa. A deficiência está no ambiente e na ferramenta. Uma pessoa que usa cadeira de rodas e uma escada. O problema é a escada e não a cadeira de rodas. É a escada que faz o ambiente ser inacessível e não a cadeira de rodas. Um vídeo da internet que não tem legendas. O problema é o vídeo e não a pessoa surda", exemplificou o profissional.

A aula foi intermediada pelo professor Ricardo Jeferson Hendges, na disciplina de Ecossistemas de Inovação. Segundo ele, o encontro trouxe uma experiência para os acadêmicos, com o objetivo de que, além da formação, eles inovem com tecnologias pensando nas pessoas. "Quando criamos um projeto ele não deve ser pensado somente na maioria das pessoas, uma solução tecnológica só é completa quando ela transmite a experiência a todos", comentou.

Gabriel Kunz, aluno do quinto período, foi um dos participantes do bate papo. Ele afirma que a conversa, além de motivar os estudantes, também serviu para reforçar que é preciso ir além nos projetos. "Muito importante ter um bate papo com um profissional que atua na Microsoft, serve de motivação saber que tem um brasileiro lá fora fazendo a diferença na área de tecnologia e mostra que qualquer um que estudar e se capacitar tem chance de chegar lá. Como ele disse, a deficiência não está na pessoa, mas nas soluções que existem hoje e não conseguem atender as pessoas com algum tipo de limitação. Então abriu bastante a mente de quem estava presente para a questão da acessibilidade, pensar sempre em incluir na hora de projetar para que a solução atenda a todos", destacou.







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