Músico recebe placa de mérito após lançar álbum

30 Novembro 2018 10:43:00

Natural de Pinhalzinho, Emerson Kremer pretende gravar clipes

Foto: Divulgação

"Cantando alegrias e tristezas, com um certo ar de amor bandido. Músico chapecoense, ator, diretor e um honesto vagabundo". É dessa forma que o músico, formado em Direito e natural de Pinhalzinho, Emerson Kremer, descreve Pinhel.  

Atualmente, Emerson reside em Chapecó, e explica que o amor pela música surgiu ainda antes da faculdade de Direito. "Eu toco desde os 12, 13 anos e já fiz várias coisas no mundo da música. A música é, de fato, minha paixão", declara Emerson.

O início da conexão foi marcado enquanto ainda vivia em Pinhalzinho, de modo que costumava tocar com amigos, como uma forma de brincadeira, até que começou a tocar e assumir as vozes em algumas bandas pela região. "Como o meu segmento musical sempre foi o rock, tocava em bandas do underground, que são pouco conhecidas. Entre elas, o Gravidade Inversa, Céu Eustácio, que era um projeto Duo, O Doce, entre outros projetos", comenta.

Em meio a essas participações, Emerson passou a compor suas próprias músicas e resolveu encarar o projeto "Pinhel". "Então, como eu já tenho bastante coisa de material e tenho uma sonoridade bem excêntrica, em 2015 resolvi seguir a linha na música. Com um repertório bem eclético dentro do rock, nas várias veias que o estilo tem", explica. O músico relata que estava saturado de rodear as mesmas coisas em bares, rádios e casas de shows que frequentava. Ao seu lado, teve a parceria do Eduardo Henrique dos Santos, que toca há sete anos. Em meio a isso, resolveu caminhar sozinho e passou a escrever sua própria história.

Foi neste contexto, no entanto, que surgiu Pinhel. "O Pinhel é uma persona, bem excêntrico e isso é refletido na música. Sempre tenta somar as experiências e trazer algo diferente. É algo bem visceral, bem humano", descreve Emerson. A experiência, para o músico, traz realizações. "Depois de tanto tempo trabalhando na arte, seja teatro, intervenções culturais ou música, sem dúvidas, esse é o momento mais feliz da minha vida", revela.

Depois de lançar o seu primeiro single individual, o artista deu início ao lançamento de seu projeto através das plataformas musicais online. No entanto, no dia 19 de novembro deste ano, recebeu a placa de mérito pela conquista, entregue pelo presidente da Associação Cultural de Chapecó. "Receber a placa foi, acima de tudo, gratificante. Chorei um pouco, afinal, é muito emoção ver o resultado. É até difícil descrever a sensação, porque foi tanto esforço, abri mão de várias coisas, tanto no pessoal, quanto no profissional, e agora está aí o reconhecimento de tanto suor e noites mal dormidas", descreve o artista.

Esse foi seu primeiro álbum, e contempla cinco músicas. "As minhas músicas refletem a minha vivência, toda a bagagem musical, as alegrias e as frustações amorosas são trazidas no álbum", explica Emerson. A inspiração vem de artistas voltados ao Folk e Indie, que falam sobre o cotidiano de maneira bucólica e romântica. O músico se inspira em artistas como Renato Godá, Neil Young, Bob Dylan e Gregory Alan Isakov.

Quanto ao futuro, Emerson revela que a intenção é continuar com a circulação, com gravação de clipes na sequência. "Vou continuar trabalhando, quero ser músico independente da situação que nos encontramos. É bem difícil manter tudo andando", explica. Com a pretensão de seguir no ramo da música, Emerson complementa que Pinhel está em todas as mídias digitais, com músicas disponíveis nas redes sociais, youtube e em todas as plataformas.








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